terça-feira, 14 de junho de 2011

LUÍSA, Feia e Insegura.


Possivelmente não houve uma moça mais sem graça e insegura do que Luísa. Sempre havia algumas alunas assim, mas não como Luísa, feiosa e magricela. Provinha de uma cidade do interior. Era socialmente desajustada.

Ficava a espreitar na janela do dormitório para ver quando a conselheira da faculdade chegaria, e, três minutos depois, estava em seu gabinete. Precisava de atenção da parte da conselheira, mas o fato chegou a um ponto que deixou de ser salutar. Afinal disse-lhe a conselheira:

“Sabe de uma coisa, Luísa? Sou sua amiga e sempre o serei, mas não sou sua vida. Se você se tornar muito dependente de mim, e fizer tudo girar em torno de mim, sua personalidade acabará ficando deformada e problemática”.

Luísa chorou muito e ficou muitíssimo zangada. Não sabia que a postura da conselheira era para o seu próprio bem.

Luísa é o tipo de pessoa que sabe servir, prestativa igual não havia entre as colegas. Cozinhava bem, costura bem, fazia até vestidos de gala. Toda semana, ela escrevia alguns fatos em seu diário, a conselheira lia e fazia pequenos comentários nas margens. Pouco a pouco, Luísa começou a desabrochar. A conselheira, por amor, passou a empurrá-la para as outras pessoas.

No andar do seu dormitório, ela fazia todos os trabalhinhos que ninguém queria. Arrumava a pequenina cozinha, quando as outras deixavam ali vasilhas sujas. Fazia a bainha dos vestidos de outras moças, e sabia remodelar qualquer coisa que lhe trouxessem. Ela fazia biscoitos e trabalhava como arrumadeira para pessoas que moravam nas proximidades da faculdade. Com pequenos atos, ela demonstrava seu amor por essas pessoas, e elas também começaram a aprender a amá-la. Era o tipo de moça que fazia o melhor naquilo que estava ao seu alcance.

Mas era também o tipo de moça, que aos olhos das demais pessoas, não conseguiria um emprego para dar aulas. Mesmo após o curso de quatro anos na faculdade, Luísa ainda era um “João-ninguém”. Não era notada.

Uma seleção de candidatos a vaga de empregos exige muita postura e qualificação, principalmente na região de Boston.

Mas, quando houve uma oportunidade de emprego, lá estava Luísa esperançosa e desejosa por um salariozinho para as despesas pessoais. Para surpresa de todos que a conheciam, Luísa foi convocada para uma experiência. Ela conseguiu entrar em uma sala de aulas, e no primeiro ano em atividades colocaram-na como supervisora de programa de leitura em sete escolas públicas de Boston.

Ela é simplesmente fantástica. Os alunos do terceiro ano acham-na lindíssima, e realmente ela sabe manejar uma classe. Aquela pequena, feiosa, sem graça, desconhecida e insegura Luísa, de repente desabrochou e passou a adquirir vida própria. E tudo porque resolveu dar o melhor de si em situações que não recebia nenhum reconhecimento.

Todos os jovens sonham com grandiosas realizações neste mundo. Mas quantos estão dispostos a dar o melhor de si na situação de hoje? Não para que no futuro venham a ser um grande diretor de cinema, ou autor de um Best-seller, mas poder se sentirem completos, realizados e felizes.

É preciso dizer:

Hoje vou dar o melhor que posso, mesmo que o meu melhor não seja lá grande coisa. O máximo que posso dar é o melhor de mim.

Hoje vou dar o melhor de minha vida, porque creio firmemente que, no futuro, isso terá valido a pena. (Não foi isso que o Senhor Jesus fez?)

Se somarmos todas as ocasiões em que milhares de jovens deram o seu melhor para a vida, veremos que realmente valeu à pena.

(Ann Kiemel) Extraído do livro “Porque Deus me fez assim?”, de TIM Stafford.


Felicidades.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Olá! Como vai você?


Muitas pessoas têm o costume de responderem com a aquela velha frase: “Vou mais ou menos” ou simplesmente “Tô indo”.

Diz-se que o uso do cachimbo deixa a boca torta, e certamente esse é um dito popular mais acertado que podemos afirmar.

Sem perceberem, afirmam que o seu dia não está lá essas coisas, como se não houvesse condições para melhorias.

O costume vira tradição, que por sua vez torna a caminhada sem aventuras, sem fantasias, sem imaginações, e sem falar da fé.

Uma dose de cada ingrediente desses torna o sabor da vida mais apetitoso, com uma vontade de não parar nunca.

Na falta desses, a vida se torna monótona, apática, cansativa, corriqueira, tediosa, fastidiosa e sem conexão com o sucesso.

Na luta ou na guerra vence o mais forte? Não. Força não é tudo nessa questão. Porém, vence aquele que acredita em si mesmo, que conhece a fórmula da alegria, do prazer e da satisfação.

Deixar o otimismo de lado é burrice. É caminhar sem perspectiva e sem esperança. Como disse Zeferino Rocha sobre Reflexões Filosóficas: “ESPERANÇA NÃO É ESPERAR, É CAMINHAR”.

Não importa se o dia está quente, frio, chuvoso ou atribulado. Se o céu está um cinzento apavorante ou se a noite está sendo um pesadelo. Importa é se você está disposto ou disposta a seguir em frente, levando consigo aquele sorriso gracioso de que tudo vai mudar, que vai dar certo.

Então siga e não desvie o olhar do objetivo. Deixe que os velhos e corriqueiros costumes, que vão ficando para trás, tornem-se em esquecimento.

E o Senhor será contigo nessa caminhada. Então, satisfatoriamente você responderá:

                        “CERTAMENTE QUE VOU MUUIIIIITO BEM”.


Felicidades.

(Por Pr. Paulo Barreiros)

segunda-feira, 30 de maio de 2011

TÁ DIFÍCIL?




Há momentos na vida que dá vontade de jogar tudo pro alto pra ver se melhora.
Há momentos em que os olhos não conseguem ver o brilho do sol.
Há momentos que parece que o céu se escondeu.
Há momentos em que as batalhas parecem ser invencíveis
Há momentos... e sempre haverão momentos assim.

Tá difícil? Hã, hã... Nem pense em parar.
Não consegue ser feliz porque pensa que a felicidade está além do horizonte, e o horizonte é inalcançável?

Reflita um pouco nesta estória:
“Certa vez alguém reclamou com Deus que o horizonte não prestava pra nada. Pois, se caminhava um passo em direção ao horizonte, esse se distanciava um passo. Se caminhava dez passos em sua direção, ele se distanciava dez passos. Se caminhava dez quilômetros em sua direção, o horizonte se distanciava dez quilômetros”.
Então Deus sorrindo respondeu-lhe dizendo que o horizonte era o seu melhor aliado. Pois, é exatamente pra isso que serve o horizonte... “PRA FAZÊ-LO CAMINHAR”.

Pense nisso.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

ROUXINOL ou COTOVIA?


            O rouxinol canta à noite; a cotovia canta ao amanhecer.
            O homem é mais cotovia do que rouxinol, porque só sabe cantar quando o sol aparece, quando há luz. De dia.
            Quando a noite desce ou quando há nuvens rolando pelo céu, perde a vontade de cantar. Fica triste, abaixa a cabeça, queixa-se... chora.
           
            A vida é como a natureza: tem dias e tem noites. É dia quando tudo vai bem; é noite quando as coisas vão mal. Quando tudo vai bem há sol varrendo de luz a alma. E cantamos. Quando os ventos mudam, eriçando as ondas, o barco balança e vem o enjôo. Pode acontecer o pior: que a noite despenque sobre nós com a rapidez do raio. E nos envolva num sudário de morte, deixando-nos gelados e trêmulos de pavor. Então não podemos cantar.

            Não podemos? Podemos. Se cantarmos as canções de Deus. Canção de Deus é a divina presença. É sentir essa presença. É comunhão da criatura com o Criador. É ter as cordas da alma tangidas pelas mãos de Deus. É ouvir a voz de Deus no silêncio do coração.

            Não há canção mais bela do que essa. Que pode ser cantada mesmo de noite, quando canta o rouxinol, e também de manhã, como canta a cotovia. De dia e de noite. Ao sol e à chuva. Na madrugada da vida como no seu crepúsculo: “Ainda que eu andasse pelo vale sombrio da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.” (Salmo 23:4).

            Importante é que Deus esteja presente.
            Dois homens estavam a ferros num calabouço: Paulo e Silas. Os pés no tronco. O corpo coberto de vergões deixados pelos açoites.
            Meia noite. Mas os dois cantavam hinos à Deus, diz o texto sagrado (Atos 16:25). Porque é possível cantar dentro da noite e dentro de uma masmorra. Por pior que seja a noite e por pior que seja a masmorra: exílio, doença, solidão, miséria, luto, morte...

            John Bunyan, famoso pregador inglês, esteve preso durante doze anos, precisamente um quinto da sua vida. Mas escreveu durante esse tempo um livro que foi Best-seller: “O peregrino”. Que é um aceno alegre de esperança. Um cântico de fé. Um raio de sol atravessando as nuvens. Um súbito clarão iluminando-lhe a prisão, como aquele que iluminou o cárcere de Pedro, quando um anjo o acordou para libertá-lo.

            Canto de rouxinol, que canta de noite, e não de cotovia, que canta ao amanhecer.

(Extraído do livro: “Um Pouco de Sol" – Crônicas de Rubens Lopes)


Felicidades.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

QUE DIA É HOJE?



Domingo?
Ah, não!!!  Segunda feira? Puuuxxa vida! Que rotina, que tédio!

Fazer o quê, né? A vida é assim mesmo, uma rotina diária nos levando a um oceano inexplorado. Às vezes deparamos com o obscuro, o lado sombrio da vida.

Da vida?... Huummmm!!! Acho que não. Mas, o lado sombrio que se esconde à beira do caminho. Está ali para assustar o caminhante que leva o sonho de encontrar os campos floridos que lhe adornarão de alegria a caminhada.

Que lástima deparar-se com esse inquieto, indesejado e apavorante sujeito. Chega para melancolizar-nos, tornar-nos instáveis, depressivos, parados e sem objetivos. Às vezes até que desejamos fazer algo, mas, mediante a situação desse encontro, esgota-nos as forças, os sonhos esvaem-se e nos sentimos assim, meio vazios.

Que situação!!!!! Quanto mais nos achegamos a esse incircunciso e sombrio lado da vida, mais nos parecemos com ele, esquisitos, anti-sociais, impacientes, desprovidos de visão, acomodados, insensíveis, e outras coisas mais vão se unindo como parasitas inflamáveis. Então, puft... Foi-se a esperança dos campos floridos, da alegria, da satisfação, da paz...

O que fazer????????........

Lembrar que o Senhor Obscuro mora à beira do caminho atraindo-nos com o seu "laço de passarinheiro" (armadilha para apanhar passarinhos).

Ignorá-lo? Fazer de conta que não está lá? Subjugá-lo?... Claro que não. Mas, acreditar que o dia de hoje, o qual podemos chamar de Senhor Amigo, se considerado e respeitando suas regras de caminhada, objetivando e lutando pelos ideais da vida, caminharemos seguros, sabendo que a melhor caminhada é olhando para frente, sem mudança de direção, sem desviarmos dos sonhos. Então aprenderemos a passar pelo Senhor Obscuro sem comungarmos com ele, como aquele vizinho insuuupooortável. Está lá, vive ao lado, mas não entra em nossa casa.

Os campos floridos também estão lá, não escondidos como o Senhor Obscuro, mas com um encantado sorriso e braços abertos nos oferecendo acolhida, esperança para a realização do grande vôo da conquista e força para vencer. Estão lá com os ternos afetos de misericórdia, revelando-nos o imensurável amor do Criador e nos dizendo:

“VAI NESSA TUA FORÇA”.

Felicidades.
(Escrito por Paulo Barreiros)

sexta-feira, 6 de maio de 2011

A ARTE DE VIVER BEM

Quem não deseja viver maravilhosamente? Quem nunca sonhou em estar de Bem com a Vida?

Tudo isso é possível. Não é uma formula mágica, mas uma questão de princípios.

E a vida, meu amigo(a), é formada de Princípios e quem foge a regra, certamente não conhecerá o sabor da vitória.

DIFICULDADE? Ah! Quem não tem?

Quando essa aparece, não é bom fazer dela o foco das atenções, mesmo que ela esteja lá.
Não é a inimiga número UM ou o bicho papão. Ela surge sorrateiramente, e se ignorada não exercerá o seu papel.

Mas, é importante saber de uma pequena coisa:
“Ela tem uma mania hooorrrrriiiiivel de viver - Gosta de chamar a atenção para si”.

Quando alguém é conquistado por ela, perde a COMPREENSÃO. E em contrapartida, enche a pobre alma de IMPACIÊNCIA, gerando nela uma atitude de fuga de suas responsabilidades.

A ARTE DE VIVER BEM, quando buscada com olhar clínico, paciente e perseverante abre o leque do entendimento, desvenda mistérios e descortina o horizonte da felicidade.

A Arte é exigente. Mas, não se preocupe. Ela é como uma mãe amorosa, bondosa e dedicada que embalando seu filho, canta-lhe a doce e serena melodia do amor.

Mas, afinal onde está essa tal Arte de Viver Bem?
Ela está aqui. Está ali. Está lá. Está aí tão pertiiiinnnho de você e sussurrando para ti, por detrás dos teus ouvidos, dizendo:

“Reconheça os seus erros e Faça Reparos”.

Se ouvi-la, bem irás....

Felicidades.

(Escrito por Paulo Barreiros)