sexta-feira, 30 de setembro de 2011

FELICIDADE


A felicidade é o estado de uma consciência plenamente satisfeita.

Ser feliz nessa presente geração não é nada fácil.  É uma vida muito atribulada, uma verdadeira agitação. As pessoas quase não têm tempo pra si mesmas. Sem falar da insegurança e do medo.

Alma amargurada é a falta da presença da felicidade. Essa, por sua vez não é encontrada aqui ou acolá, mas construída. Pode-se dizer que é uma plataforma construída acima do agito das águas.

Colocar um pouco de simpatia no trato para com as pessoas é um bom início, formoseia o rosto e trás satisfação ao paladar da emoção.

De acorno com o livro de Gálatas, cap. 5 e vesículo 13, parte “b”: ....”servi-vos uns aos outros pelo amor”, nos dá uma boa idéia de como deve se dar a construção da verdadeira felicidade.

Quem sabe, você tem procurado a felicidade em alguém e não tem encontrado! Isso porque ela não está lá.

A verdadeira felicidade está onde você está. Abra as janelas da alma e deixa entrar um pouco de sol e plante algumas flores ao redor da casa. Então você verá que a vida fica melhor.

Felicidades.

(Por Pr. Paulo Barreiros)

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

O TESOURO ESCONDIDO


Mateus 13:44
O Reino dos Céus é semelhante a um tesouro ESCONDIDO.... que um homem achou...
E, pelo gozo dele (felicidade imensa), foi pra casa e vendeu tudo quanto possuía pra comprar o campo em que se encontrava o tesouro.

O Senhor Jesus fez questão em frisar o valor imensurável pertencente ao Reino de Deus que, quando encontrado, resultará em uma alegria profunda ao que o busca.
Nada nesta vida tem valor maior. É necessário desfazer-se de certos valores, como desprendimento dos valores de bens terrenos (não jogar fora, mas considerá-los inferiores); renúncia aos valores pessoais, como: orgulho, soberba, presunção, egocentrismo, etc, pois, tais coisas impedem a ação do homem em busca do Reino, tornando-o lento e sobrecarregado de preocupações.

Mateus 13:45, 46
O Reino dos Céus é semelhante ao homem negociante que busca pérolas; e encontrando uma pérola de GRANDE VALOR, foi, vendeu tudo quanto tinha e comprou-a.

Ninguém encontrará a riqueza maior se não estiver envolvido nesse negócio. O homem é comerciante. Tem experiência em compras e vendas de pérolas. É conhecedor do valor de cada pérola, segundo a espécie. Mas, certo momento ele encontra uma pérola de valor superior a todas as pérolas que já possuía. E sem exitar, decide vender tudo quanto tinha, todas as pérolas e bens para comprar a grande pérola.

O maior problema da falta de avivamento nos dias de hoje, está no fato das pessoas acomodarem-se com as pérolas de pequeno valor, experiências do dia a dia, que já adquiriram no Senhor. Estão acostumados com a vidinha cotidiana de fé (desculpem-me o palavriado), de idas e vindas ao templo para cantar alguns hinos, realizar orações relâmpagos e ouvir sermões que, se não estiverem de acordo com o gosto de cada um, não surtirá efeito de despertamento. Por isso, não conseguem encontrar a pérola de maior valor. Porém, ela continua lá, sempre no mesmo lugar, basta procurá-la.

Mateus 13:47, 48
Igualmente, o Reino dos céus é semelhante a uma rede lançada ao mar e que apanha toda qualidade de peixes. E, estando cheia, a puxam para a praia e, assentando-se, apanham para os cestos os bons; porém, os ruíns lançam fora.

Ser semelhante a uma rede LANÇADA ao mar, significa movimento contínuo.
Uma rede estendida na praia não traz utilidade nenhuma, mas em movimento resulta em grande benefício para o pescador.

Ser pescador de homens requer muito esforço, dedicação e voluntariedade em manter a rede no mar. O resultado fica por conta do Senhor Jesus. Ele é o responsável por fazer com que os peixes venham pra rede.
Caso não exercite em jogar a rede ao mar, poderá ser que venha ser achado como servo inútil. E, certamente que o Senhor Jesus não deseja achar isso em nós.

Saiamos do comodismo. O tesouro escondido e a pérola de grande valor podem ser encontrados. Então, seremos despertados para lançarmos a rede ao mar.

Lança a tua rede e traga para a praia (Reino dos céus) os peixes de toda espécie. Exerceremos esse ministério com dedicação e seremos ricamente recompensados com Gozo, Paz e Alegria no Espírito.

Que o Senhor te abençoe.

Felicidades,
(Por Paulo Barreiros)


sábado, 17 de setembro de 2011

POR QUE AS PESSOAS PERDEM COISAS?



Ninguém gosta de perder algo, principalmente aquilo em que mais nos apegamos. Surge uma sensação ruim de amargura quando sentimos a falta.  Percebemos seu valor somente ao depararmos com a falta. 

Há coisas que não fazem diferença alguma na vida das pessoas, quando são perdidas. Mas também, há pessoas que acabam se acostumando com a perda. Pensam ser coisa do destino.
Porém, existem coisas que, se não forem encontradas, causará grandes transtornos na vida.

Certa ocasião o Senhor Jesus Cristo relatou sobre uma perda que, se não encontrado, poderá causar grandes danos às pessoas. Ele usou a figura de uma drácma, conforme pode ser constatado no livro de Lucas 15:8 e 9 = ...”qual a mulher que, tendo dez drácmas, se perder uma, não acende a candeia, e varre a casa, e busca com diligência até a achá-la? E achando-a, convoca as amigas e vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, porque já achei a drácma perdida”.

Pensando bem, que valor possui uma dracma perdida, ao ponto da mulher ter feito uma festa com convidados e tudo mais ao encontrá-la?

Podemos dizer que o Senhor Jesus referia-se às coisas relacionadas à moral, família, ética e espiritual.

Quando se perde o nome, perde os direitos;
Perdendo o controle emocional, perde a direção e a visão;
Perdendo o autoestima, perde o companheirismo;
Perdendo o domínio de governo, pode perder a família;
Perdendo o amor, perde a vida.

Muita gente perdeu o que mais une uma família, o DIÁLOGO.
A vida cotidiana dessas pessoas tem se limitado a estar diante da televisão, quando poderia estar assentada com a família em frente a casa e sob a brisa da noite de um céu estrelado, interagindo.  (Coisa do passado? Cafonice?).


No meu tempo de criança, o nosso maior prazer era esperar o nosso pai chegar do serviço. Cansado, suado, louco por tomar um banho, mas sorria ao nos ver à porta. Após o jantar, quando no inverno, sentávamos diante do fogão a lenha para ouvir as histórias que ele nos contava. 


Com a chegada da televisão nos lares, cessou a interação familiar.
  • Não há diálogo, só silêncio.
  • Não há afeto, a atenção é roubada.
  • Não há alegria doméstica.
O remédio está em reconhecer a causa da perda. Muita das vezes está relacionada à falta de atenção, prudência, sensibilidade, maturidade, etc.

Encontrar a dracma perdida é tomar uma posição séria, voluntária e insistência em varrer a casa, jogar fora todo o lixo – medo, insegurança, inimizade, insensibilidade, imprudência, falta de afeição, fraqueza, ódio, prepotência, irresponsabilidade,  imaturidade, imoralidade, incontinência, irreverência, sarcasmo, hipocrisia, soberba, etc.


De acordo com a revista "Em busca do crescimento espiritual" (Editora Centralgospel): "Devido às mudanças da vida, o lar, para muitas pessoas, passou a ser apenas usado como um dormitório. As pessoas moram praticamente na rua, no trabalho, nos bares, nas diversões e só chegam em casa para dormir, Uns são forçados a isso por necessidade, outros, porém, como fuga. Fuga da responsabilidade que lhe foi atribuída como chefes do lar. O resultado é que muitas crianças estão crescendo por conta própria ou sob os cuidados de pessoas inadequadas. Deus quer que o lar seja um lugar de refúgio, descanso e felicidade".

Para isso, é preciso acender a candeia (trazer luz à vida). Existe muita gente sofrendo porque perderam drácmas dentro de suas próprias casas e, sofrem muito mais, porque estão procurando e não encontram, estão cansadas, desesperadas e desanimadas. O que falta? Falta acender a luz!

Valorize as pequenas coisas e as demais outras terão maior valor.
Valorize os valores pessoais e familiares:
Amor,
Diálogo - interação
Compreensão
Carinho
Amizade
Companheirismo
Admiração
Fascínio
Prazer
Sensibilidade
Dedicação
Disciplina
Correção, etc.

É preciso perseverar na procura – não se deixe levar pelo desânimo.
É preciso querer – o Senhor Jesus peleja por quem luta o bom combate.

Então, poderá convocar as amigas e vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, porque já achei a drácma perdida.

Felicidades.

(Por Paulo Barreiros)

quarta-feira, 6 de julho de 2011

POR QUÊ? RESPONDA VOCÊ...

Por que ser uma “Maria vai com as outras”, se você pode tomar suas próprias decisões e ser moralmente independente?

Por que não enfrentar as tempestades das noites e madrugadas da vida com coragem, sabendo que o alvorecer logo chegará trazendo consigo a bonança?

Por que não encarar os dilúvios com fé e ousadia, sabendo que os arco-íris irão surgir novamente, trazendo seus encantos e esperanças?

Por que permitir que outros pensem e decidam por você, quando Deus lhe deu o livre arbítrio para que você faça suas próprias escolhas?

Por que satisfazer-se com o bom, se o ótimo pode ser conquistado?
Por que acomodar-se na mediocridade, quando a excelência pode ser alcançada?
Por que acovardar-se diante das lutas, se as vitórias podem ser conquistadas?
Por que querer ser “mais um na multidão”, se você pode fazer a diferença?
Por que trilhar nas incertezas e inseguranças da incredulidade, se você pode andar na segurança e na tranqüilidade da fé?

Por que desistir dos seus sonhos, se com determinação, coragem e denodo eles podem ser concretizados?

Por que se deixar escravizar pelos vícios, pelas drogas, e ser infeliz, se você pode optar por ser livre e feliz?

 Por que insistir em ser medíocre, se Deus tem o desafio da excelência para você?

O medíocre é como a lagarta que não quer se transformar (metamorfosear-se) em borboleta, e passa a vida toda se arrastando e comendo folhas...
A lagarta que recusa a metamorfose, nunca saberá o que é ser borboleta, não saberá o que é voar, não se alimentará do néctar das flores e nunca se reproduzirá.

Não se acomode em ser lagarta. Deixe a mediocridade, lute pela excelência e permita que Deus realize em sua vida a metamorfose do amor e da fé. Então você deixará de se arrastar e poderá voar livremente.

(Pr João Brito Nogueira)

Felicidades.

sábado, 2 de julho de 2011

CAMINHANDO PARA O SUCESSO


Moisés, no Livro de Êxodo capítulo 14, mostra o nosso Deus dando uma reviravolta numa causa difícil da vida dos hebreus. Isso prova que o Senhor nosso Deus se preocupa sim pela situação em que estão vivendo os seus filhos.

O maior problema das pessoas é entender o agir de Deus. Para muitos, Deus deve agir do jeito que elas querem. É importante parar para ouvir o que Deus irá fazer.

Você quer um milagre em sua vida?... E quem não quer!

Mas, o milagre não surge como uma magia. É preciso certa postura. Vejamos o que nos fala o texto acima:


PRIMEIRO: É preciso sair do COMODISMO.

No versículo 15 podemos observar que às vezes, o problema é tão grande que ficamos como que paralisados, mortos vivos, agindo como zumbis (sem entendimento). Nesse momento, Deus nos chama a atenção para uma questão imutável: Há soluções que cabe a nós, e isso, Deus nunca faz.  
A parte que cabia aos hebreus naquele momento era marchar:
    - Diga ao povo que marche, disse Deus!
    Para onde? Rumo à promessa, pela fé.
    Mexa-se, povo de Deus! Saia do COMODISMO!

O comodismo é uma praga silenciosa na nossa vida. E todos que são laçados por essa maldita enfermidade, nunca verão realizados os seus mais belos sonhos.
“Tudo se torna difícil; a igreja fica longe; a chuvinha é um grande empecilho; o culto é muito demorado; o dia foi muito cansativo, e etc...” Desse jeito, você nunca verá a promessa de Deus se realizar.

SEGUNDO: A porta que Deus abre é para você.

No verso 17 vemos que, pelo poder de Deus o mar se abriu e os egípcios fizeram a loucura de entrar nele. E o resultado? Morte de todos eles.  

Quando Deus te abre uma porta, não adianta o inimigo tentar entrar para ferir você pelas costas. Deus não abre portas para o inimigo. Os olhos do Senhor estão sobre você, e o próprio Deus se encarrega de proteger a sua retaguarda para que não seja vítima de golpes traiçoeiros.

Se ficarmos sentados num sofá esperando o agir de Deus, nunca veremos o milagre acontecer.

Sei que o milagre é pela fé. Mas, quem tem fé entende que é preciso LEVANTAR e MARCHAR.

Psiu!... A hora é chegada. Lenvanta-te e resplandece. Só assim, a glória do Senhor virá sobre ti. (Isaias 60:1).

Felicidades.

(Por Paulo Barreiros)

terça-feira, 14 de junho de 2011

LUÍSA, Feia e Insegura.


Possivelmente não houve uma moça mais sem graça e insegura do que Luísa. Sempre havia algumas alunas assim, mas não como Luísa, feiosa e magricela. Provinha de uma cidade do interior. Era socialmente desajustada.

Ficava a espreitar na janela do dormitório para ver quando a conselheira da faculdade chegaria, e, três minutos depois, estava em seu gabinete. Precisava de atenção da parte da conselheira, mas o fato chegou a um ponto que deixou de ser salutar. Afinal disse-lhe a conselheira:

“Sabe de uma coisa, Luísa? Sou sua amiga e sempre o serei, mas não sou sua vida. Se você se tornar muito dependente de mim, e fizer tudo girar em torno de mim, sua personalidade acabará ficando deformada e problemática”.

Luísa chorou muito e ficou muitíssimo zangada. Não sabia que a postura da conselheira era para o seu próprio bem.

Luísa é o tipo de pessoa que sabe servir, prestativa igual não havia entre as colegas. Cozinhava bem, costura bem, fazia até vestidos de gala. Toda semana, ela escrevia alguns fatos em seu diário, a conselheira lia e fazia pequenos comentários nas margens. Pouco a pouco, Luísa começou a desabrochar. A conselheira, por amor, passou a empurrá-la para as outras pessoas.

No andar do seu dormitório, ela fazia todos os trabalhinhos que ninguém queria. Arrumava a pequenina cozinha, quando as outras deixavam ali vasilhas sujas. Fazia a bainha dos vestidos de outras moças, e sabia remodelar qualquer coisa que lhe trouxessem. Ela fazia biscoitos e trabalhava como arrumadeira para pessoas que moravam nas proximidades da faculdade. Com pequenos atos, ela demonstrava seu amor por essas pessoas, e elas também começaram a aprender a amá-la. Era o tipo de moça que fazia o melhor naquilo que estava ao seu alcance.

Mas era também o tipo de moça, que aos olhos das demais pessoas, não conseguiria um emprego para dar aulas. Mesmo após o curso de quatro anos na faculdade, Luísa ainda era um “João-ninguém”. Não era notada.

Uma seleção de candidatos a vaga de empregos exige muita postura e qualificação, principalmente na região de Boston.

Mas, quando houve uma oportunidade de emprego, lá estava Luísa esperançosa e desejosa por um salariozinho para as despesas pessoais. Para surpresa de todos que a conheciam, Luísa foi convocada para uma experiência. Ela conseguiu entrar em uma sala de aulas, e no primeiro ano em atividades colocaram-na como supervisora de programa de leitura em sete escolas públicas de Boston.

Ela é simplesmente fantástica. Os alunos do terceiro ano acham-na lindíssima, e realmente ela sabe manejar uma classe. Aquela pequena, feiosa, sem graça, desconhecida e insegura Luísa, de repente desabrochou e passou a adquirir vida própria. E tudo porque resolveu dar o melhor de si em situações que não recebia nenhum reconhecimento.

Todos os jovens sonham com grandiosas realizações neste mundo. Mas quantos estão dispostos a dar o melhor de si na situação de hoje? Não para que no futuro venham a ser um grande diretor de cinema, ou autor de um Best-seller, mas poder se sentirem completos, realizados e felizes.

É preciso dizer:

Hoje vou dar o melhor que posso, mesmo que o meu melhor não seja lá grande coisa. O máximo que posso dar é o melhor de mim.

Hoje vou dar o melhor de minha vida, porque creio firmemente que, no futuro, isso terá valido a pena. (Não foi isso que o Senhor Jesus fez?)

Se somarmos todas as ocasiões em que milhares de jovens deram o seu melhor para a vida, veremos que realmente valeu à pena.

(Ann Kiemel) Extraído do livro “Porque Deus me fez assim?”, de TIM Stafford.


Felicidades.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Olá! Como vai você?


Muitas pessoas têm o costume de responderem com a aquela velha frase: “Vou mais ou menos” ou simplesmente “Tô indo”.

Diz-se que o uso do cachimbo deixa a boca torta, e certamente esse é um dito popular mais acertado que podemos afirmar.

Sem perceberem, afirmam que o seu dia não está lá essas coisas, como se não houvesse condições para melhorias.

O costume vira tradição, que por sua vez torna a caminhada sem aventuras, sem fantasias, sem imaginações, e sem falar da fé.

Uma dose de cada ingrediente desses torna o sabor da vida mais apetitoso, com uma vontade de não parar nunca.

Na falta desses, a vida se torna monótona, apática, cansativa, corriqueira, tediosa, fastidiosa e sem conexão com o sucesso.

Na luta ou na guerra vence o mais forte? Não. Força não é tudo nessa questão. Porém, vence aquele que acredita em si mesmo, que conhece a fórmula da alegria, do prazer e da satisfação.

Deixar o otimismo de lado é burrice. É caminhar sem perspectiva e sem esperança. Como disse Zeferino Rocha sobre Reflexões Filosóficas: “ESPERANÇA NÃO É ESPERAR, É CAMINHAR”.

Não importa se o dia está quente, frio, chuvoso ou atribulado. Se o céu está um cinzento apavorante ou se a noite está sendo um pesadelo. Importa é se você está disposto ou disposta a seguir em frente, levando consigo aquele sorriso gracioso de que tudo vai mudar, que vai dar certo.

Então siga e não desvie o olhar do objetivo. Deixe que os velhos e corriqueiros costumes, que vão ficando para trás, tornem-se em esquecimento.

E o Senhor será contigo nessa caminhada. Então, satisfatoriamente você responderá:

                        “CERTAMENTE QUE VOU MUUIIIIITO BEM”.


Felicidades.

(Por Pr. Paulo Barreiros)